Categoria Operação Prato

Divulgada entrevista inédita com um dos médicos que trabalhou em Colares durante a Operação Prato

A Operação Prato e os fenômenos por ela investigados formam um caso clássico na Ufologia brasileira. Além de avistamentos no céu noturno, algumas pessoas também alegaram terem sido atingidas por um feixe luminoso que lhes produzia um conjunto de sintomas como fraqueza, dores de cabeça, etc, além de um estranho ferimento geralmente descrito como perfurações na pele ou queimadura. Toda essa descrição fez com que o fenômeno ficasse popularmente conhecido como “Chupa-Chupa”. O vídeo traz uma entrevista exclusiva com icônica vítima declarada do “chupa-chupa”, além do depoimento do médico perito que a examinou na época. Ao final, confira ainda uma foto detalhada do ferimento tirada algumas horas depois do ocorrido. CONFIRA O VÍDEO :

No ano de 1977, populações de cidades do estado do Pará foram aterrorizadas pelo aparecimento de luzes incomuns no céu noturno e por moradores que se diziam atacados por uma espécie de “feixe luminoso” que causava em suas vítimas uma série de efeitos físicos. O fenômeno ficou conhecido pelo nome de “Chupa-chupa”. O auge desses acontecimentos ocorreu na cidade de Colares e foi investigado por militares da Aeronáutica na famosa Operação Prato. A Dra. Wellaide Cecim, médica e então diretora da Unidade Sanitária de Colares foi a maior e mais gabaritada voz a propagar a versão dos ataques das luzes que queimavam, perfuravam e até matavam suas vítimas, e acreditava-se ser ela a única profissional médica que teria permanecido na cidade durante a ocorrência dos fenômenos. Agora, a equipe localizou o médico Dr. Luiz Fernando Pinto Marques, que também foi diretor da Unidade Sanitária de Colares, em substituição à Dra. Wellaide, tendo trabalhado no período em que as luzes ainda se manifestavam nos céus da cidade e também os militares se faziam presentes realizando suas investigações no curso da Operação Prato.

GOSTARÍAMOS DE AGRADECER AOS PESQUISADORES –  LUIZ FERNANDO,
RAPHAEL PINHO, PEDRO FERREIRA, MARCOS FARIA E  HÉLIO ANICETO,  RESPONSÁVEIS PELO SITE OPERAÇÃO PRATO POR NOS AUTORIZAR A DIVULGAÇÃO DE SEUS EXCELENTES TRABALHOS.

Confiram a matéria completa em : https://operacaoprato.com/

 

Operação Prato: Uyrangê Hollanda Conta Tudo-vídeo completo

Coronel Uyrãnge Hollanda

 

No final da década de 1970, mas precisamente nos anos de 1977, 1978 e 1979, vários estados da região Norte e Nordeste, notadamente Amazonas e Pará, na região Norte e Maranhão e Piauí, na região Nordeste, foram palco de estranhos eventos que provocaram medo na população local. Várias pessoas, em sua maioria mulheres, eram atacadas por fachos de luz provenientes de estranhos objetos luminosos que sobrevoavam a região durante a noite.

O primeiro caso teria ocorrido na noite de 25 para 26 de abril de 1997, na região da Ilha dos Caranguejos, no litoral do Maranhão, quando quatro pescadores, Firmino, Apolinário, Aureliano e José, pescavam na região a bordo do barco Maria Bonita. No dia 26 de abril o barco foi encontrado a deriva, com um dos tripulantes morto e os outros vivos, mas bastante debilitados. Eles declararam terem sido atingidos por uma uma luz vinda do céu .

Os casos continuaram a ocorrer na região e no últimos trimestre de 1977, a região ao norte de Belém, foi assolada pelo fenômeno, já apelidado de Chupa-Chupa, devido à natureza de seus ataques. Tal situação gerou um cima de terror e pânico coletivo. Moradores das regiões de incidência do fenômeno começaram a abandonar a região. A situação atingia níveis críticos. O posto de saúde da cidade estava lotado de vítimas do fenômeno. Elas estavam debilitadas e aterrorizadas.

O prefeito de uma da cidade de Vigia, que era uma das mais atacadas pelo fenômeno, enviou um oficio à Aeronáutica avisando que OVNIs estavam incomodando o pescadores locais e criando pânico na região. Ele pediu providências da Aeronáutica que destacou uma equipe investigar as ocorrências. Era o início da chamada Operação Prato.

Em poucos meses de atividades, a equipe de oficiais da Aeronáutica conseguiu dezenas fotografias de várias gravações em vídeo de Objetos não identificados sobrevoando a região de Colares, no Pará. A equipe coletou o depoimento de dezenas de pessoas de diversas cidades atingidas pelo fenômeno. Este material todo gerou um relatório técnico-operacional impresso com centenas de páginas contendo depoimentos, relatos pessoais da equipe da FAB, croquis e mapas das ocorrências, e desenhos ilustrativos. Tudo isto com a precisão e objetividade característicos das Forças Armadas.

A Operação Prato sempre esteve presente nos meios ufológicos nacionais e internacionais. Haviam algumas cópias das fotografias e o relatório operacional da Operação em poder de Ufólogos, porém faltavam declarações dos próprios militares envolvidos na Operação. Em 1997, estes militares começaram a relatar suas experiências publicamente. O primeiro deles foi o comandante da Operação, o então Coronel Huyrangê Bolivar Sores Nogueira de Hollanda Lima, em entrevista ao programa Fantástico, da Rede Globo, contou detalhes da Operação. Posteriormente, em longa entrevista à Revista UFO, ele apresentou detalhes até então inéditos sobre o Fenômeno Chupa-Chupa e as experiências da Operação frente ao misterioso enigma.

Fonte texto – Site www.fenomenum.com.br

Fonte Vídeo – Canal: 909brazil

Vitório Peret um dos maiores Pesquisadores da Operação Prato

Marco Petit, Vitorio Peret, Marco A. Leal, Marcos Gurgel - G.E.P.U.S.

A reabertura da casa de um americano que morou na Ilha do Mosqueiro, na Baía do Sol, no Pará, estimulou uma nova investigação por parte do pesquisador Vitório Peret, que esteve envolvido com a Operação Prato, a mais conhecida incursão do Exército brasileiro para apurar fatos relacionados com extraterrestres e objetos voadores não identificados, na década de 1970. Ele vai fazer a investigação ao lado de Armando Monteiro, companheiro de pesquisas na área de ufologia. Foi na Baía do Sol que os militares da Operação Prato conseguiram coletar pelo menos 80% de seu material, incluindo imagens dos objetos.

Peret revelou, durante sua participação do II Fórum Mundial de Contatados, que foi realizado em Curitiba neste fim de semana, que há cerca de três meses começou a investigar o que este americano fazia na ilha no período. A presença dele pode ser a prova de que os Estados Unidos estavam monitorando a situação e se envolveram com a apuração dos fatos, mesmo que de maneira não oficial. O americano chegou à ilha em 1975, quando já havia relatos dos fenômenos que atingiam as regiões Norte e Nordeste do Brasil, com voos rasantes de discos voadores e pessoas que foram atingidas por feixes de luz, inclusive que causaram queimaduras.

Este americano seria um piloto comercial que entrou para a Nasa e que de repente apareceu na Ilha do Mosqueiro em meio às evidências de atividades extraterrestres na área. “Os vizinhos dele na ilha relatavam que ele tinha equipamentos muito modernos para a época e em relação ao que havia na região, como uma estrutura para radiocomunicação que não existia nem em Belém, e até um notebook, algo impensável para a época. A lancha dele era a mais rápida da região e ele nunca comprou nada na ilha. Nem um pão. Duas vezes por semana, ele saía de lancha e voltava com mantimentos”, relata Peret.

A casa onde o americano morava tinha uma vista privilegiada para a baía e ficou fechada nos últimos 20 anos. Recentemente, foi reaberta e no local foram encontradas imagens de espaço e foguetes, com muitas assinaturas de americanos, o que pode indicar que o oficial da Nasa recebia visitas. Outro fato curioso foi o fato das paredes de um dos cômodos da casa estarem repletas de fórmulas, que foram deixadas ali de maneira bastante padronizada. O homem morreu na ilha, em 1982.

“Sempre houve a dúvida da presença e da interferência americana na Operação Prato. Durante a operação em si, foi me dito que nas missões de vigília eles (americanos) nunca participaram. Mas havia alguma coisa camuflada”, afirmou Peret, em entrevista exclusiva ao Terra.

Na opinião do pesquisador, o material da Operação Prato provavelmente nunca seja divulgado. Parte dele foi destruída e ele acredita que muitas imagens e relatórios não estejam mais em poder da Aeronáutica. Há uma grande desconfiança de que tudo foi encaminhado aos Estados Unidos.

Em sua palestra durante o fórum, Peret contou sobre as imagens e vídeos que teve acesso em reuniões com militares envolvidos na Operação Prato, além dos fenômenos que presenciou.

UMA EXCELENTE PALESTRA, CONFIRAM:

Vídeo fonte – Canal Anônimo Silva

Texto fonte – Site Terra


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