Categoria PESQUISA DE CAMPO

Animais são mortos de maneira misteriosa em Apiaí SP e intriga moradores

A morte de diversos animais em um pesqueiro durante a madrugada de 17 de agosto está intrigando e preocupando moradores da região de Apiaí, no interior de São Paulo. Consultores da UFO ainda não descartam ação de chupacabras. Atenção: Há imagens fortes neste artigo, recomendamos cautela na visualização

Na manhã do dia 17 de agosto, por volta de 09h00, Joelso Santos Silva, de 50 anos, marido da proprietária do Pesqueiro Recanto Nativo, em Apiaí, interior de São Paulo, recebeu uma ligação de seu cunhado, que mora no pesqueiro, afirmando que todos os animais tinham sido “abatidos”.

Ao chegar no local para ajudar o parente, Silva afirma que se deparou com uma cena “muito esquisita”: da noite para o dia, todas as cabras e gansos, adultos e filhotes, apareceram mortos com ferimentos nos pescoços.

“Estavam todos espalhados, mortos, com ferimento no pescoço e só”, afirmou ele. Silva disse que apenas uma carneira conseguiu sobreviver, pois correu para a área próxima à residência e se manteve escondida.

Todos os outros animais – nove e cabras e pelo menos três gansos –, não tiveram a mesma sorte. “Encontrei animal morto até dentro do açude”, disse a testemunha.

 

Chupacabras?


Corpos dos animais encontrados mortos no pesqueiro Crédito: Joelso Santos Silva
Silva chegou a medir o tamanho dos ferimentos, para avaliar a possibilidade de terem sido causados pelo ataque de cachorros de caça.

“São seis dedos de um canino até o outro. Se fosse um cachorro, teria que ser um cachorro gigante”, disse ele. E a mesma mordida foi encontrada em todos os animais, do mesmo jeito.

Silva compartilhou as imagens dos animais nas redes sociais como forma de alerta aos vizinhos para tomarem cuidado com um animal caçador desconhecido que poderia estar pela região.

Internautas conhecidos dos proprietários concordaram que não se parecia com um ataque de onça, uma vez que o felino teria usado as presas para se alimentar e não teria apenas matado. Alguns chegaram a atribuir o ocorrido à lenda urbana do Chupacabras.

“Foi muito esquisito. Chupacabras eu sei que não foi, mas foi um tanto quanto estranho!”, declarou Silva, que obviamente estava muito aborrecido com os acontecimentos.


Animal atacado por predador desconhecido Crédito: Joelso Santos Silva

Silva relatou ter ficado de tocaia no recanto esperando pelo retorno do animal. “Não voltou, acho que porque sabe que não sobrou nada por aqui. Matou os animais e sumiu”, explicou ele.

A testemunha procurou por rastros de pegadas ou indícios que pudessem auxiliar na identificação do animal misterioso, mas encontrou apenas um par de pegadas, que acredita não ter relação com o ataque.

“Só achei essa pegada sinistra, mas acho que não tem nada a ver. Pode ter sido feita por um carneiro se ajoelhando”, declarou ele.

 

Sem acesso às provas


Os pesquisadores Marco Aurélio Leal à esquerda e Ivan Lima à direita
Crédito: Arquivo pessoal Marco Aurélio Leal

O pesquisador do Vale do Ribeira Ivan de Lima nos avisou do ocorrido no dia 19 de agosto, quando nos enviou os contatos das testemunhas. Ao conversar com Josélia Silva, a proprietária do Pesqueiro Recanto Nativo, ela nos fez o relato a seguir:

“Na madrugada de terça feira (17/08) por volta das 03h00 sua cunhada, que mora no local, escutou barulhos atípicos de latidos de vários cachorros, mas por estar sozinha com seus filhos pequenos, ficou com medo de sair para verificar o que estava acontecendo”.

Pela manhã, Joelso Santos Silva e seu cunhado estiveram no local para averiguar os fatos e fotografaram os animais mortos.

Nós conversamos também com Silva sobre nossa ida até o local dos fatos com os pesquisadores Ivan de Lima e Paulo Aníbal, que também é biólogo. Segue abaixo a resposta de Silva:

  ”Sinceramente, meu amigo, não vejo motivo, pois já enterrei os animais. Eu devia ter tomados princípios básicos, como preservar o local e verificar se houve esgotamento do sangue. Porém, agora já é tarde, e todos na região acreditam ser onça ou cachorro. Sendo assim me despeço e agradeço a atenção”.

 

A opinião do veterinário


O veterinário Alexandre Luiz Gugisch. Crédito: Acervo pessoal

Nossa intenção era a de ir ao local para fazer uma análise melhor de todo o caso, levando conosco um veterinário ou biólogo para nos orientar.

Recebemos as fotos originais dos animais atacados e as encaminhamos para o veterinário Alexandre Luiz Gugisch, que pode fazer uma breve analise dos ferimentos de alguns animais atacados. Sua hipótese sugere ataque por felinos.

Por outro lado, Gugisch, assim como Silva, achou muito estranho os predadores somente atacarem e não consumirem ao menos parte dos corpos, já normalmente a razão da caça seria o consumo da carne.


Pegada encontrada no local. Crédito:  Joelso Santos Silva

Ao analisar as pegadas encontradas, Gugisch acredita que uma das hipóteses poderia se tratar dos joelhos de um dos carneiros que por algum motivo chegou a se ajoelhar.

A opinião do biólogo e do especialista


Carlos Alberto Machado, especialista em chupacabras e Paulo Aníbal G. Mesquita, biólogo

Ao enviar as mesmas fotos para o biólogo Paulo Aníbal para uma breve analise, recebemos a seguinte avaliação:

”Na verdade. é completamente inconclusivo, pois para a produção de provas periciais seria preciso ter o isolamento do local dos fatos, bem como a preservação das carcaças no local, para que se pudesse fazer uma coleta adequada do material biológico. Infelizmente ficou inviável a produção de provas.

Já o pesquisador Carlos Alberto Machado, principal investigador de ataques do chupacabras comentou achar estranho “ter ferimentos sem sangue e ferimentos com sangue, mas não temos como ter uma conclusão sem acesso aos materiais biológicos para a coleta de sangue para uma análise mais detalhada”.

Comentário também feito por Gugisch e Aníbal.

 

Investigação que segue


Animais mortos junto ao açude. Crédito: Joelso Santos Silva

Pelo que pudemos observar até agora, o caso de Apiaí difere dos supostos ataques de chupacabras dos anos 90, uma vez que a maioria dos animais estava com sangues e algumas feridas irregulares que sugerem ataque por felinos.

Como não conseguimos ter acesso aos corpos, por enquanto tudo são hipóteses. Segundo Josélia, somente uma carneira conseguiu fugir do local sem ferimentos.  Por enquanto preferimos deixar o caso como inconclusivo por falta de analises cientificas.

Apesar de o prejuízo pela perda dos animais e das circunstâncias do ataque, Silva afirma que não foi registrado boletim de ocorrência para relatar a situação. A carneira sobrevivente foi levada a um sítio seguro.

Temos planos de ir, juntamente com o pesquisador Ivan de Lima ainda esta semana para averiguar se houve outros incidentes anômalos nas regiões da zona rural de Apiaí e Iporanga, locais muito conhecidos por relatos de avistamentos de UFOs.

 

Abaixo, o link para um vídeo que fizemos em Campina Grande do Sul, no Paraná, juntamente com o pesquisador Carlos Alberto Machado, com relatos de algumas testemunhas que vivenciam os ataques do chupacabras nos anos de 1996,1997 e 1998.

Por: Marco Aurelio Leal

 

 Ivan de Lima
Ivan de Lima
Marco Leal
Marco Leal
Paulo Anibal e Marco Leal
Paulo Anibal e Marco Leal
Carlos Alberto Machado
Carlos Alberto Machado
Alexandre Gugisch
Alexandre Gugisch

Casos de avistamentos de Ovnis em Sorocaba-sp e região.

O G.E.P.U.S. aborda a casuística ufológica na cidade de Sorocaba e Região!Tivemos a participação especial do convidado professor e pesquisador Mauricio Eloy que testemunhou uma nave em Sorocaba no ano de 1990.

 

 

Chupa – Cabras , o mistério continua …

Chupa – Cabras , o mistério continua …

 

Neste vídeo apresentamos entrevistas com testemunhas que vivenciaram os ataques do Chupa -Cabras no estado do Paraná em meados do final do ano de 1996, todo ano de 1997 e inicio de 1998. Para abrilhantar inserimos vários trechos do documentário Dossiê Chupa – Cabras produzido pelo pesquisador Carlos Alberto Machado no qual fez um incrível trabalho de pesquisa de campo e nos autorizou o uso de imagens. Gostaria de agradecer aos entrevistados Carlos Meissner , Dra Médica Veterinária Maria D. Valente e ao ilustre Carlos Alberto Machado. Confiram!! Indico a todos que assistam este incrível documentário Dossiê Chupa – Cabras que se encontra neste site.

 

Ovnis em Guarabira – PB

Ovnis em Guarabira - PB

Em 1996 a cidade de Guarabira, na Paraíba foi palco de várias manifestações de objetos aéreos não identificados e as matérias de capas dos jornais noticiavam : “Definitivamente, a cidade de Guarabira (PB), situada a 96 km de João Pessoa, é a mais nova referência nacional em se tratando de discos voadores. Pelo menos é o que pensam seus moradores. Praticamente em todos os dias e noites são vistos inúmeros objetos não identificados cruzando os céus da cidade. O que mais impressiona é a frequência, a quantidade e as formas desses objetos.
Eles chegam a aparecer em torno de 15 a 20 vezes ao dia. É certo que a região do brejo paraibano, onde se encontra Guarabira, sempre foi rica em acontecimentos desta natureza.” Desde 1975 existem histórias e testemunhas que comprovam as contínuas aparições. Contudo, a maioria delas prefere não se manifestar, com medo de ser ridicularizada pela sociedade. Inclusive, há casos de misteriosos desaparecimentos registrados pelas autoridades policiais. Fica difícil, em Guarabira encontrar alguém que ainda não tenha visto tais objetos na época. Calcula-se que cerca de 80% da população guarabirense já tiveram a oportunidade de observar misteriosas evoluções de UFOs.
Somente para se ter ideia, a Equipe de Pesquisas Ufológicas de Guarabira (EPUG) possui um arquivo com mais de 16 horas de filmagens, fotografias e relatos das aparições que tiravam o sono dos moradores da cidade. Na década de 90, Guarabira ficou conhecida como a ”Capital nacional dos discos voadores”. Em uma recente visita à cidade, entrevistamos os membros da EPUG ( Equipe de pesquisas ufológicas de Guarabira) e testemunhas que vivenciaram fatos em 1996 e 1997. Confiram no vídeo.

 

Dossiê Chupa Cabras – Documentário completo – Carlos Alberto Machado.

Na década de 70, nosso planeta foi palco de insólitas mortes de gado, conhecidas como: Mutilações de Animais. Também na mesma década e em plena época de ditadura militar, o Brasil foi visitado pelo misterioso Chupa-chupa, fenomenologia predominante na região Norte brasileira. Na década de 90, um novo fenômeno assolou vários países, “O Chupa cabras”.

Carlos Alberto Machado​, Doutor pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro​. Inúmeras entrevistas com criadores, cientistas e pesquisadores sobre o fenômeno que assolou o Brasil de 1996 a 2001. Fique por dentro de todos os detalhes através de estatísticas, imagens e depoimentos que não deixarão dúvidas. Uma hora e meia de informação sobre o que ficou indevidamente classificado como um “mito” de nossa época. Gostaria de agradecer ao grande pesquisador Carlos Alberto Machado por nos disponibilizar este excelente documentário de pesquisa de campo.

 

 

 

Suposto pouso de OVNI em Peruíbe out 2017 – G.E.P.U.S.

 

 

 

No começo de outubro de 2017, o surgimento de uma marca ligeiramente triangular em um terreno alagadiço e coberto de taboas da cidade litorânea de Peruíbe, no estado de São Paulo, ganhou bastante destaque nas redes sociais e chegou à TV. No domingo, dia 29 de outubro, o programa Fantástico, da Rede Globo, apresentou o caso em seu quadro Detetive Virtual, mostrando uma análise da questão que foi imediatamente considerada rasa, equivocada e parcial.

Os céticos e detratores do Fenômeno UFO parecem aceitar, sem problemas, quaisquer explicações que se enquadrem no que se ensina nas escolas e universidades, ainda que elas sejam absurdas e implicitamente chamem as testemunhas de mentirosas, ingênuas ou mesmo pior. A explicação oficial é imposta para que não se mude o curso natural das coisas, pois é importante que se mantenha a aparência de que os governos têm tudo sob controle. Assim, por exemplo, luzes noturnas invariavelmente se tornam o planeta Vênus, pouco importando sua cor, tamanho ou que esteja se movimentando rapidamente.

Essa reflexão se faz necessária para que possamos tentar reverter ou, melhor ainda, desconstruir as conclusões apresentadas pelo citado quadro Detetive Virtual. Dada à grande audiência do programa Fantástico, é necessário que apresentemos argumentos vigorosos para rebatermos o que foi mostrado naquela tendenciosa edição. Mesmo que as conclusões exibidas no tal quadro tenham vindo de uma especialista, veremos que a verdade do que ocorreu em Peruíbe é outra.

Detetive Virtual

O episódio do Detetive Virtual levado ao ar dia 29 de outubro contou com a participação da climatologista doutora Ana Maria Heuminski de Ávila, pesquisadora no Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas em Agricultura (Cepagri) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), onde também é diretora. A matéria procurou explicar o amassamento das taboas ocorrido naquele terreno baldio, situado no bairro São João Batista, em Peruíbe, na noite de 06 para 07 de outubro de 2017, como um fenômeno meteorologicamente extremo, porém natural. Na brutalidade do poder da mídia, parece que não há problema algum em descartarem-se entrevistas e desqualificarem-se completamente as testemunhas, algumas com curso técnico e boa formação.

Dentre o repertório de eventos exóticos da meteorologia, a doutora Ana Maria elegeu o microburst como responsável pelo amassamento das taboas — evento que gera rajadas de ventos de altíssima velocidade e muito destrutivas, como veremos mais adiante. Mesmo nós, ufólogos, que somos conhecidos por aceitar explicações estranhas com relativa facilidade, tivemos dificuldade de acolher o laudo da pesquisadora, proferido com sorrisos de piedade por ela, e recebido com certo deboche pelo apresentador do Fantástico, Tadeu Schmidt.

 

Vista aérea da marca no terreno baldio de Peruíbe, causada pelo acamamento dos pés de taboa por algo que ainda não foi explicado

A Rede Globo enviou a Peruíbe uma equipe que entrevistou as testemunhas de estranhos fenômenos associados ao surgimento da marca no terreno, mas, dando um exemplo de mau jornalismo, não aproveitou seus depoimentos para o programa, simplesmente deixando-os de fora do Detetive Virtual. Claro, usar as entrevistas não convinha para a conclusão a que se queria chegar no programa, que se tornou mais importante do que o fato em si. Verdade seja dita: não é a primeira vez que vemos esse tipo de tratamento à Ufologia por parte da mídia em geral e da Rede Globo em particular — e sabemos que não será a última.

A ocorrência

Estava chovendo e ventando muito na noite do dia 06 de outubro. Como é comum ocorrer em situações como essa, houve queda de energia no bairro onde surgiu a marca. Em tempestades, a fiação de alta tensão fica sujeita a interrupções de fornecimento de energia devido às arvores, balanço dos fios, isoladores elétricos que falham etc. Um casal que possui uma casa de veraneio situada a menos de 15 m do terreno onde houve o amassamento das taboas afirmou que ficou aflito com a inconstância da eletricidade — o marido resolveu dormir no quarto durante o apagão, situado a menos de 20 m do centro da marca, e a esposa ficou acordada, angustiada com o chuveiro que não funcionava e com a luz que acendia e apagava.

De repente, ela escutou um som alto que “parecia um apito de guarda de trânsito assoprado bem perto de meu ouvido”, conforme suas palavras aos pesquisadores. A mulher também viu uma “luz branca e intensa semelhante àquelas produzidas por lâmpadas de LED, mas muito, muito mais forte”, iluminando progressivamente o corredor da casa. A luminosidade começava no quarto do casal, onde o marido dormia, passava pela sala e chegava à rua. Ali a luz adquiriu tons esverdeados e “rodopiou”. O vizinho do lado oposto ao terreno também relatou ter visto a luz e ouvido um estrondo.

FONTE: CLIMATEMPO

Página do laudo da empresa Climatempo, contratada pelo autor para oferecer uma análise meteorológica do fato

Nesse ínterim, o marido, que ainda estava deitado na cama do quarto, mas sem adormecer completamente, viu entrar pelas frestas da veneziana, voltada diretamente para o terreno, um clarão muito forte de cor verde-azulada. Ele também ouviu um estrondo. Sem entender direito o que estava acontecendo, imaginou que fosse “algum estouro de transformador de energia”, conforme declarou. Mas não tendo visto mais nada fora do comum, acabou adormecendo profundamente.

Na manhã do dia seguinte, um vizinho o chamou dizendo que havia acontecido “um negócio meio esquisito no terreno ao lado”, também em suas palavras. O terreno, como já dissemos, é alagadiço e estava totalmente ocupado por taboas. O que eles viram, conforme mostra a imagem que acompanha este texto, é um fenômeno conhecido na agricultura como acamamento, no qual um conjunto de plantas é danificado e se inclina ou se quebra devido a fortes rajadas de vento. A testemunha lembrou-se de que o mesmo fenômeno ocorrera na cidade em 2008. Na semana seguinte, o casal voltou para Peruíbe e, no regresso, o marido se sentiu extremamente cansado, dizendo à esposa que era melhor aguardar ele se sentir melhor, pois ele estava sem condições de dirigir.

Detalhes notáveis

O acamamento normalmente nada tem de ufológico ou inexplicável e ocorre apenas como reação a vendavais — o fenômeno atinge vastas áreas, pois ventanias não são restritas a áreas pequenas, como uma quadra de futebol de salão, por exemplo. Entretanto, o que ocorreu com as taboas do terreno baldio é bem diverso. Com o auxílio de um drone descobriu-se mais duas marcas muito pequenas próximas ao muro da casa oposta à das testemunhas.

Há muitos detalhes notáveis nessa ocorrência. A área do acamamento principal tem um formato aproximadamente triangular, lembrando um leque. A marca maior tem uma área de cerca de 130 m2 e as menores são elípticas e têm cerca de 4 m2 quadrados. Tanto as fotos aéreas quanto aquelas feitas ao nível do solo mostram que ou estão completamente amassadas, como se um grande peso tivesse se descarregado sobre elas, ou estão intactas, e isso no espaço de alguns centímetros, como todos os que estiveram no local puderam testemunhar.

Mesmo nós, ufólogos, que somos conhecidos por aceitar explicações estranhas com facilidade, tivemos dificuldade de acolher o laudo da pesquisadora, proferido com sorrisos e recebido com certo deboche pelo apresentador do Fantástico

Após a explicação da meteorologista do Fantástico, e buscando uma explicação para o que havia ocorrido em Peruíbe, este autor custeou um laudo oficial emitido pela empresa Climatempo. Segundo o estudo, “entre as 23h30 do dia 06 de outubro de 2017 e a 01h30 do dia 07 de outubro de 2017, pelo horário de Brasília, áreas de instabilidade associadas a um sistema de baixa pressão sobre o continente e com a passagem de uma frente fria pelo mar favoreceram a formação de nuvens de tempestade do tipo cúmulos-nimbos sobre a região da ocorrência. Por meio da análise dos dados meteorológicos, pudemos atestar a ocorrência de chuva forte, com a ocorrência de descargas elétricas e rajadas de vento superiores a 72 km/h em superfície”.

Outras explicações

Em nenhum momento é citada no relatório a palavra microburst, mesmo constando dele as fotos do acamamento. Ventos de 72 km/h ou mais não podem nem de longe simular o que ocorreu e da forma que ocorreu. Como o vento poderia dobrar as plantas rente ao chão e outras, muito próximas, ficarem intactas? O microburst é conhecido por diversos outros nomes, tanto em inglês como em português, como rain bomb, ou bomba de chuva, quando vem acompanhado de chuva forte, e windshear, ou tesoura de vento. Para qualquer pessoa com o mínimo de conhecimento sobre o assunto, incluindo aí os céticos possuidores de bom senso, tentar explicar o que ocorreu usannho ou que esteja se movimentando rapidamente.

Essa reflexão se faz necessária para que possamos tentar reverter ou, melhor ainda, desconstruir as conclusões apresentadas pelo citado quadro Detetive Virtual. Dada à grande audiência do programa Fantástico, é necessário que apresentemos argumentos vigorosos para rebatermos o que foi mostrado naquela tendenciosa edição. Mesmo que as conclusões exibidas no tal quadro tenham vindo de uma especialista, veremos que a verdade do que ocorreu em Peruíbe é outra.

Detetive Virtual

O episódio do Detetive Virtual levado ao ar dia 29 de outubro contou com a participação da climatologista doutora Ana Maria Heuminski de Ávila, pesquisadora no Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas em Agricultura (Cepagri) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), onde também é diretora. A matéria procurou explicar o amassamento das taboas ocorrido naquele terreno baldio, situado no bairro São João Batista, em Peruíbe, na noite de 06 para 07 de outubro de 2017, como um fenômeno meteorologicamente extremo, porém natural. Na brutalidade do poder da mídia, parece que não há problema algum em descartarem-se entrevistas e desqualificarem-se completamente as testemunhas, algumas com curso técnico e boa formação.

Dentre o repertório de eventos exóticos da meteorologia, a doutora Ana Maria elegeu o microburst como responsável pelo amassamento das taboas — evento que gera rajadas de ventos de altíssima velocidade e muito destrutivas, como veremos mais adiante. Mesmo nós, ufólogos, que somos conhecidos por aceitar explicações estranhas com relativa facilidade, tivemos dificuldade de acolher o laudo da pesquisadora, proferido com sorrisos de piedade por ela, e recebido com certo deboche pelo apresentador do Fantástico, Tadeu Schmidt.

A Rede Globo enviou a Peruíbe uma equipe que entrevistou as testemunhas de estranhos fenômenos associados ao surgimento da marca no terreno, mas, dando um exemplo de mau jornalismo, não aproveitou seus depoimentos para o programa, simplesmente deixando-os de fora do Detetive Virtual. Claro, usar as entrevistas não convinha para a conclusão a que se queria chegar no programa, que se tornou mais importante do que o fato em si. Verdade seja dita: não é a primeira vez que vemos esse tipo de tratamento à Ufologia por parte da mídia em geral e da Rede Globo em particular — e sabemos que não será a última.

A ocorrência

Estava chovendo e ventando muito na noite do dia 06 de outubro. Como é comum ocorrer em situações como essa, houve queda de energia no bairro onde surgiu a marca. Em tempestades, a fiação de alta tensão fica sujeita a interrupções de fornecimento de energia devido às arvores, balanço dos fios, isoladores elétricos que falham etc. Um casal que possui uma casa de veraneio situada a menos de 15 m do terreno onde houve o amassamento das taboas afirmou que ficou aflito com a inconstância da eletricidade — o marido resolveu dormir no quarto durante o apagão, situado a menos de 20 m do centro da marca, e a esposa ficou acordada, angustiada com o chuveiro que não funcionava e com a luz que acendia e apagava.

De repente, ela escutou um som alto que “parecia um apito de guarda de trânsito assoprado bem perto de meu ouvido”, conforme suas palavras aos pesquisadores. A mulher também viu uma “luz branca e intensa semelhante àquelas produzidas por lâmpadas de LED, mas muito, muito mais forte”, iluminando progressivamente o corredor da casa. A luminosidade começava no quarto do casal, onde o marido dormia, passava pela sala e chegava à rua. Ali a luz adquiriu tons esverdeados e “rodopiou”. O vizinho do lado oposto ao terreno também relatou ter visto a luz e ouvido um estrondo.

FONTE: WEATHER CHANNEL

Este sim é um verdadeiro microburst, registrado nos Estados Unidos, muito maior e mais expressivo que o que causou a marca em Peruíbe

Nesse ínterim, o marido, que ainda estava deitado na cama do quarto, mas sem adormecer completamente, viu entrar pelas frestas da veneziana, voltada diretamente para o terreno, um clarão muito forte de cor verde-azulada. Ele também ouviu um estrondo. Sem entender direito o que estava acontecendo, imaginou que fosse “algum estouro de transformador de energia”, conforme declarou. Mas não tendo visto mais nada fora do comum, acabou adormecendo profundamente.

Na manhã do dia seguinte, um vizinho o chamou dizendo que havia acontecido “um negócio meio esquisito no terreno ao lado”, também em suas palavras. O terreno, como já dissemos, é alagadiço e estava totalmente ocupado por taboas. O que eles viram, conforme mostra a imagem que acompanha este texto, é um fenômeno conhecido na agricultura como acamamento, no qual um conjunto de plantas é danificado e se inclina ou se quebra devido a fortes rajadas de vento. A testemunha lembrou-se de que o mesmo fenômeno ocorrera na cidade em 2008. Na semana seguinte, o casal voltou para Peruíbe e, no regresso, o marido se sentiu extremamente cansado, dizendo à esposa que era melhor aguardar ele se sentir melhor, pois ele estava sem condições de dirigir.

Detalhes notáveis

O acamamento normalmente nada tem de ufológico ou inexplicável e ocorre apenas como reação a vendavais — o fenômeno atinge vastas áreas, pois ventanias não são restritas a áreas pequenas, como uma quadra de futebol de salão, por exemplo. Entretanto, o que ocorreu com as taboas do terreno baldio é bem diverso. Com o auxílio de um drone descobriu-se mais duas marcas muito pequenas próximas ao muro da casa oposta à das testemunhas.

Há muitos detalhes notáveis nessa ocorrência. A área do acamamento principal tem um formato aproximadamente triangular, lembrando um leque. A marca maior tem uma área de cerca de 130 m2 e as menores são elípticas e têm cerca de 4 m2 quadrados. Tanto as fotos aéreas quanto aquelas feitas ao nível do solo mostram que ou estão completamente amassadas, como se um grande peso tivesse se descarregado sobre elas, ou estão intactas, e isso no espaço de alguns centímetros, como todos os que estiveram no local puderam testemunhar.

Após a explicação da meteorologista do Fantástico, e buscando uma explicação para o que havia ocorrido em Peruíbe, este autor custeou um laudo oficial emitido pela empresa Climatempo. Segundo o estudo, “entre as 23h30 do dia 06 de outubro de 2017 e a 01h30 do dia 07 de outubro de 2017, pelo horário de Brasília, áreas de instabilidade associadas a um sistema de baixa pressão sobre o continente e com a passagem de uma frente fria pelo mar favoreceram a formação de nuvens de tempestade do tipo cúmulos-nimbos sobre a região da ocorrência. Por meio da análise dos dados meteorológicos, pudemos atestar a ocorrência de chuva forte, com a ocorrência de descargas elétricas e rajadas de vento superiores a 72 km/h em superfície”.

Outras explicações

Em nenhum momento é citada no relatório a palavra microburst, mesmo constando dele as fotos do acamamento. Ventos de 72 km/h ou mais não podem nem de longe simular o que ocorreu e da forma que ocorreu. Como o vento poderia dobrar as plantas rente ao chão e outras, muito próximas, ficarem intactas? O microburst é conhecido por diversos outros nomes, tanto em inglês como em português, como rain bomb, ou bomba de chuva, quando vem acompanhado de chuva forte, e windshear, ou tesoura de vento. Para qualquer pessoa com o mínimo de conhecimento sobre o assunto, incluindo aí os céticos possuidores de bom senso, tentar explicar o que ocorreu usanas taboas haviam sido deitadas pela terceira vez. A probabilidade de isso ocorrer em um intervalo de três meses é de 10-9, ou seja, uma em um bilhão, com o agravante de não ter danificado as residências em volta e ter sempre ocorrido em áreas alagadas, onde existem taboas.

Em 18 de outubro de 2008, sábado, exatamente dois meses após o aparecimento da primeira marca de Peruíbe, este autor voltou a Peruíbe para ver como estava a recuperação da vegetação. Mas, para total surpresa, havia novas marcas a apenas 5 m da primeira. Em que dia ocorreram exatamente, não foi possível determinar. Foi então que se recorreu a um voo de ultraleve.

A Rede Globo enviou a Peruíbe uma equipe que entrevistou as testemunhas de fenômenos associados ao surgimento da marca, mas, dando um exemplo de mau jornalismo, não aproveitou seus depoimentos, deixando-os de fora do Detetive Virtual

Em 22 de outubro de 2008, ao iniciar o sobrevoo, notamos que havia um novo conjunto de marcas distribuídas pelo quarteirão inteiro. Entre elas havia duas de formato circular com cerca de 3 m de diâmetro. Uma delas estava bem no meio do quarteirão e a outra na borda. Ainda mais surpreendente é que o segundo conjunto de marcas foi sobreposto por um terceiro, ocorrido entre 19 e 22 de outubro. É importante salientar que entre 18 de agosto e 22 de outubro transcorreram dois meses e quatro dias.

Em 2010 houve mais uma ocorrência, exatamente no mesmo local no bairro em São José e apresentando o mesmo padrão de início abrupto no acamamento das plantas. Portanto, a probabilidade de evento climático extremo fica abaixo de um em um bilhão. Assim, depois de tudo o que vimos, e usando o mesmo padrão do quadro Detetive Virtual, podemos dizer que o Fantástico mentiu para milhões de telespectadores.

Ocorrências semelhantes

Existem muitos relatos sobre esse padrão de acamamento se repetindo também nos canaviais das cidades de Riolândia e Pirassununga, ambas no estado de São Paulo, entre muitos outros. E não devemos nos esquecer dos agroglifos, que, apesar da imensa beleza e complexidade, guardam semelhanças com as ocorrências de Peruíbe. Um dos aspectos mais impressionantes desse fenômeno é o padrão de entrada-saída do vento. Nele vemos plantas intactas e, seguindo para esquerda, inicia-se o acamamento abrupto, constante e completo, de extensão variável, e finalização também abrupta do acamamento à esquerda.

É igualmente interessante notar que as plantas das bordas de saída sempre se apoiam nos caules que não foram afetados — o que sugere fortemente uma espécie de campo que repele as plantas sempre em uma mesma direção. Para se ter uma ideia de o quanto esse provável campo repulsivo é forte, basta observar um tronco de xaxim inclinado, com as folhas quebradas, ocorrido em outubro de 2008. O broto novo se realinha em direção ao Sol.

FONTE: PAULO PILON

 

Óvnis em Tatuí 2015 G.E.P.U.S.

Fotograma

Caso que esta sendo Investigado pelo G.E.P.U.S.(grupo de estudos e pesquisas ufológicas de Sorocaba). Um morador residente na zona rural entre Iperó e Tatuí,diz estar filmando fenômenos estranhos nao identificados.A grande questão é que os objetos que aparecem nos vídeos,são em frações de segundos assim dificultando e muito para a analise.Hamilton,afirma que o local que faz as filmagens seria uma espécie de ”Portal” Pois afirma que sempre tem filmado esses objetos.

 

Hamilton Santos
Hamilton Santos
Hamilton Santos
Hamilton Santos
Fotograma
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Varginha 17 anos Depois – G.E.P.U.S.

Algumas Imagens de nossas pesquisas do caso Varginha 17 anos Depois do Caso por G.E.P.U.S. Estávamos fazendo um trabalho para um filme documentário que será lançado provavelmente em 2017 pelo documentarista ameicano James Fox que aparece nas filmagens.Esse DocumentárioIra incluir o caso de Zimbábue na africa do sul 1994 o caso de Socorro-Novo México o Caso Varginha 17 anos depois entre outros clássicos da ufologia.Aqui abaixo estou deixando um link que mostra um dos Trailers do documentário sendo o caso Varginha confiram!!


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